327 avaliações sobre Restaurante Tribuna Restaurante em Bragança Bragança


O projecto da empresária Kelly Choi afasta-se da comida rápida e homenageia as receitas artesanais da sua mãe, com molhos importados directamente da Coreia e vegetais locais. Aberto todos os dias, o seu objectivo é integrar-se na comunidade local através de boa comida e jantares longos. O menu combina pratos do Leste europeu — como o borscht ou o frango à Kiev — e sabores locais, ajudando aqueles que estão longe do país que chamam casa a matar saudades. Há desde coxinha de galinha e picanha fumada em pão de queijo a salada de polvo e chamuça. A proposta do chef Bruno Alves é criar pratos com influências que chegam de países asiáticos, africanos e americanos, ligados à história e cultura portuguesas. É assim que se apresenta o restaurante Luzzi, que fica no sexto andar do hotel Andaz Lisbon.

Mantém a sua alma castiça, nos finos e petiscos servidos no balcão de inox, mas sobretudo no cardápio, que insiste em apresentar clássicos como o fígado de cebolada, o escabeche de bacalhau frito e as saborosas sandes de rojão. Dezenas de pernas de presunto penduradas no tecto são combustíveis para as recheadas sandes que deram fama à casa. Em plena rua do Heroísmo, em frente à esquadra da polícia, o Xico é uma tasca (ou tasco, como dizem carinhosamente os portuenses) para picar e beber, de preferência em pé ao balcão. Entrar numa casa de frente para a praia de Leça da Palmeira, desenhada pelo vencedor do Prémio Pritzker de Arquitectura Álvaro Siza, já seria motivo suficiente para marcar uma mesa na Casa de Chá da Boa Nova. O Cafeína de Vasco Mourão, instalado numa bonita casa do início do século XX, é um dos melhores restaurantes da cidade, mesmo depois de 30 anos de vida, que só serviram para reforçar a qualidade do mesmo.

Entre as muitas opções, há entradas quentes como os rolinhos de alheira com sweet chilli (6€) e o bao de camarão frito (8€). Tem sempre um menu do dia diferente e uma carta fixa de cozinha tradicional portuguesa com entradas como os cogumelos recheados com molho pesto (8,70€) ou o gaspacho caseiro (4,50€). Nas entradas prove as vieiras com cogumelos selvagens e sabayon trufado (19€) ou o tártaro de atum com lima, gengibre e molho de sésamo (16€). O espaço é luminoso e tem um pátio exterior perfeito para os dias de sol. É pequenino e acolhedor mas não lhe falta espaço para produzir e confeccionar massa fresca todos os dias. Com apenas 15 lugares ao balcão, serve um menu de 15 momentos onde brilha o que o mar dá.

Denominação Comercial

A sua proposta assenta na valorização dos produtos endógenos e na apresentação de pratos que equilibram a tradição da gastronomia transmontana com um toque de modernidade, visando proporcionar uma experiência gastronómica de conforto e qualidade. Inaugurado em outubro de 2018, este estabelecimento ocupa um edifício histórico, oferecendo uma sala de refeições envidraçada com vistas privilegiadas sobre o movimento da cidade.

A melhor cozinha tradicional em Lisboa

Com o tempo, porém, evoluíram – sobretudo na qualidade dos produtos – e voltaram a aparecer nas nossas mesas, e ainda bem. No Porto cabe um mundo, reflexo de uma cidade historicamente cosmopolita e cada vez mais receptiva. Peixe fresco do dia com arroz do Mondego, coentros e mexilhão ou frango “à Bairrada” com castanha, cogumelos e maçã verde são algumas das criações da jovem chef que poderá experimentar por aqui. Pratos memoráveis e carregados de sabor, com raízes portuguesas e influências do mundo. O ambiente é acolhedor, o serviço é simpático e os vinhos da carta casam bem com os pratos, dos dourados e sequinhos bolinhos de bacalhau ao melhor quindim de toda a vizinhança.

  • Entre as músicas de Dr. Dre, Snoop Dogg ou Missy Elliot ouve-se “Sim, chef!
  • Da última vez que espreitámos a ementa vimos 26 pratos com bacalhau, das entradas aos principais.
  • Cresceu no espaço, no pessoal e nos preços, mas não perdeu a alma de casa de pasto.
  • Numa sala animada, luminosa e verdejante, chegam à mesa grandes pratos como o surpreendente “pastrami da Liz”, croquetes de camarão, arroz de pato fumado, porco saloio, cachaço fumado ou bochechas de vaca com couve grelhada.
  • A começar pelo mezze, batalhão de entradas servidas nas cozinhas grega, turca e do Médio Oriente.

Avaliações do Restaurante A Tribuna

A ementa inclui ainda opções como "ovos revueltos" e uma variedade de sopas e tortas, demonstrando uma versatilidade que agrada a diferentes paladares. A cozinha do Tribuna não se limita a executar receitas tradicionais; procura também inovar, como se reflete em algumas das suas entradas e acompanhamentos. Um dos pratos mais aclamados pelos clientes é a posta, descrita por vários como uma das melhores que já provaram.

Há um novo quiosque na Avenida – serve ostras, atum maturado e gelados Santini

Lisboa nunca teve a vida gastronómica que tem actualmente, mas ainda assim quando se trata de comer fora de horas as escolhas reduzem-se radicalmente. Nestas tascas, nunca faltam os pratos do dia (cabidela, cozido à portuguesa, mão de vaca, massada de peixe…), nem os doces da casa para acabar. Felizmente, ainda temos boas tascas em Lisboa que resistem – daquelas onde nos decoram o nome e os hábitos, onde as doses são sempre fartas e a comida sabe a casa. A acompanhar, o arroz de feijão e a salada sempre fresca e bem temperada.

Lídia Brás é uma mulher de garra e uma chef de mão cheia. Tal como o Fava Tonka, o chef David Jesus também decidiu abrir ali o seu Seiva, onde mostra que existe muita versatilidade no reino vegetal (e também nos cogumelos e algas). Mas nem todos os sítios se preocupam também com o ambiente, o serviço e a selecção dos vinhos quanto Rogério Sá, proprietário e chef de cozinha deste restaurante entre o Bonfim e as Fontaínhas.

Um atendimento rápido e eficiente, mesmo em momentos de maior afluência, é uma mais-valia que solidifica a reputação do restaurante como um local de paragem obrigatória para quem visita a cidade e procura refeições deliciosas num ambiente cuidado. Os funcionários demonstram estar bem informados e dispostos a ajudar, sempre com um sorriso, o que enriquece significativamente a experiência do cliente. Esta combinação de conforto e estética contribui para a atmosfera que muitos clientes descrevem como magnífica e aconchegante. Com um horário de funcionamento alargado, que cobre almoços e jantares todos os dias da semana, o Tribuna atrai tanto locais como visitantes que procuram onde comer em Bragança.

Em causa está um espaço com 85 lugares sentados, um balcão com 360 graus com mais de 15 referências de cerveja internacional 'premium', 16 televisões com projeção de jogos nacionais e internacionais '’all day long’ e ainda ‘spot’ para a prática de boxe. Contudo, os potenciais clientes devem estar cientes das possíveis falhas no serviço, que pode ser lento em horas de ponta, e do desconforto que podem sentir em dias quentes devido à climatização deficiente. Embora seja descrito como um espaço tradicional, um problema recorrente mencionado por vários clientes é a climatização, ou a falta dela. No entanto, em contraponto, surgem críticas significativas sobre a organização e a lentidão do serviço, especialmente em dias de maior afluência. Serviço de excelência num espaço excelente e relações humanas que nos fazem sentir em casa. Desde as entradas até à sobremesa degustamos uma refeição maravilhosa!

Avaliações de Tribunal Bar & Restaurante Unidade Vila Madalena

É no https://tribunasportsbar.pt/ restaurante do hotel The One Monumental Palace que o chef Julien Montbabut aplica o seu savoir-faire francês aos produtos portugueses. Pelas mãos habilidosas do chef Nuno Brás, a cozinha japonesa nunca soube tão tuga. Há também uma interessante secção de robatas no cardápio, os espetinhos japoneses, como carapau com chimichurri ou lula com molho kare.


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